sábado, 1 de dezembro de 2012

Quem fez Abril ?

Gosto de ouvir a Odete Santos. "Este país tem que voltar a viver sem ser em crise. Já tivemos crescimento com Abril". Sendo, digo eu, que esse crescimento se fez quando o PSD ou PS estavam no governo. E o PCP a criticar claro.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Nem tanto à terra nem tanto ao mar.

Todos falam de redução do défice, só que todos dizem "mas não aqui". Seja "aqui" a Fundação, a Câmara, o Instituto, a Estrada/auto-estrada, etc, a que, quem fala, está ligado. Assim se vê que sempre é verdade que "vivemos acima das nossas possibilidades", porque o estado somos nós todos. Os que dizemos "aqui não".
Existem algumas gorduras, como pareceres e mordomias, que ainda faltam cortar, mas isso são algumas dezenas de milhões de euros ano. É fundamental cortar, mas não tem efeito no défice. E nas PPP's podemos cortar nos juros mas não podemos deixar de pagar uma obra que pedimos para fazer. E aí a diferença não é de centenas de milhões (o custo) mas dezenas de milhões (diferença entre um juro excessivo e um juro aceitável).
Não cortando na despesa com pessoas (e mesmo as fundações, as Câmaras e os seus institutos, as empresas que fazem as obras públicas, todas elas empregam pessoas), e só podendo cortar, pouco, nas gorduras e nas PPP's, resta cortar na dívida. Restruturando-a ou fazendo privatizações.
Daniel Oliveira escreve hoje no Expresso On-line sobre a primeira destas opções concluindo que não sabe ao certo as consequências "Numa primeira fase, até pode vir a exigir sacrifícios maiores do que os atuais", mas acreditando que é melhor que a opção do governo - pagar.
Tenho dúvidas sobre a solução, mas uma moratória de juros parece inevitável para não cairmos incumprimento, sendo certo que só um ou dois anos a mostrar que fazendo tudo (e mais alguma coisa) que nos foi pedido é que podemos pedir essa moratória.


Era é necessário que a nossa classe política, começando naturalmente no Governo, falasse verdade e não, como é comum, se limitasse a lançar poeira para os olhos. Que faz quando diz que a solução é "só" cortar aqui ou ali, que o problema é "só" este ou aquele. No caso dos partidos que assinaram o pacto (excluindo os esquecidos dentro do PS)  é cortar nas gorduras. No caso da esquerda é na dívida. Nenhuma das soluções é suficiente per si. No primeiro caso porque não chega, ou, para chegar, seria necessário cortar onde, cortando tudo em apenas 3 anos, o efeito será devastador em termos de desemprego, consumo interno e qualidade de vida da população. No segundo caso, não se fazendo nenhum corte na despesa, que não dívida, iríamos continuar a ter défices, e a pedir mais dinheiro (se o emprestassem) e, tal como aconteceu já duas vezes (à primeira todos caem. 3 vezes é demais), voltarmos que ter de pedir ajuda externa.

segunda-feira, 14 de maio de 2012


Passando os olhos pelos Blogs de esquerda chega-se à conclusão que a eleição de um socialista em França, umas eleições caóticas na Grécia e umas regionais na Alemanha vão mudar a Europa. Que tem 27 países. Quando aqui na peninsula e na Dinamarca elegeu governos de centro-direita no último ano.
Mas não. Democracia é quando ganham os meus (aqui num sentido muito muito lato). Vai na volta um directório SPD-PSF (gabrilande?) já era aceitável.

Europa tem que ser com todos.

terça-feira, 24 de abril de 2012

25 de Abril Sempre

Gosto da expressão "vou festejar o 25 de Abril na rua com quem o fez". 
Há 25 anos que passo o 25 Abril com um capitão de Abril. Todos os 25 de Abril (salvo rara excepções como amanhã em que o 25 será a 28) converso com ele sobre o antes, o durante, o depois e o agora. 
O antes para perceber as razões.
O durante (o mais apaixonante) sobre os pormenores do dia (como o de tirar os percutores às armas de uma companhia que se receava não aderir ao movimento).
O depois e o agora para (ao longo destes 25 anos) perceber como um companheiro de armas de Otelo vê os resultados da revolução.

Ao longo destes 25 anos fui percebendo que, enquanto eu jovem que foi ficando menos jovem e que fácilmente leva com o adjectivo "de direita", defendo o 25 de Abril, ele, Capitão de Abril, que correu o risco, que me deu a Liberdade, que me deu a esperança, foi-se afastando, desiludido com o resultado da revolução que fez.
Não festejo o 25 Abril com quem o fez, porque quem o fez não o quer comemorar.



Ironias...

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Hoje há cortes porque...

ontem comprei:
Remodelação de escolas através da Parque Escolar para além do que era necessário;
Postos Mobi-e para carros eléctricos que não existem;
Auto-Estradas paralelas às já existentes;
Milhares de Computadores para crianças em idade escolar que os não usam na escola;
Milhões de dívidas de um Banco de maus Negócios.

Hoje não tenho dinheiro para pensões, subsídios, tratamentos, etc.

De quem é a culpa?

quinta-feira, 8 de março de 2012

O barato sai caro.


O Barato sai caro.

Tendo batido (com estrondo) à porta das TV's, o caso das audiências é tudo menos relevante. Relevante é o que lhe está por detrás e é, infelizmente, transversal aos concursos públicos. O preço tem sempre um peso muito superior à qualidade técnica. E quando este principio é aplicado a concursos de vários milhares ou milhões e para fazer algo tão relevante como um estrada ou um hospital (ou em muitos casos a fiscalização dessas obras) os resultados são bem piores. E saem caro, muito caro a todos nós.

Quando se dá preferência aos preços, em detrimento da qualidade, as empresas desinvestem nas tecnologias e na qualificação da sua mão-de-obra. Esmagam as suas margens. Os resultados são trabalhos mal feitos e falências. Depois temos notícias sobre reparações que não foram feitas, indemnizações que não foram pagas porque quem ganhou o concurso já faliu. Temos falhas na estrutura de um viaduto que custam vidas, escolas novas que metem água, estradas cujos pavimentos abatem. Derrapagens de custos por deficiências de projecto ou na própria construção, etc, etc.Tudo isto porque o Estado quer poupar de início. A factura vem sempre depois e é sempre muito mais cara.


http://www.publico.pt/Media/preco-imperou-no-concurso-das-audiencias-em-detrimento-da-qualidade-do-servico-1536621

quarta-feira, 7 de março de 2012

Cadastro em Portugal (parte II)

O Governo (e estamos a falar de uma coligação PSD-CDS) não encontra soluções que não passem por aumentos de impostos ou expropriações violentas mais próprias de outras ideologias?

Que tal isentar de emolumentos e outras coimas a regularização cadastral (os tais prédios que nas bases de dados, não só do Estado, mas também da REN, EP e EDP, são de herdeiros de herdeiros dos herdeiros e situações semelhantes).

Que tal isentar de emolumentos e de IMI durante uns bons anos quem inscrever e registar o seu prédio acompanhado por um levantamento geo-referenciado acreditado? Porque não aceitar perder receitas imediatas a favor do desenvolvimento da economia agrícola que lhe dará frutos (impostos) mais tarde.

Porque não alocar parte do IRC dos principais beneficiários deste cadastro (os atrás citados mais a industria papeleira e corticeira) às Autarquias onde se situam os prédios que geram os lucros (barragens, eucaliptais, linhas de AT, etc) para que as mesmas sejam actores pró-activos desse cadastro?

Custos de obras em escolas disparam mais de 400%.

http://aeiou.expresso.pt/custos-de-obras-em-escolas-disparam-mais-de-400=f709592

Quando leio estas notícias vem-me sempre a mesma ideia à cabeça. Quanto custa o ideal vs o possível
Na escola da minha filha foi feito um pavilhão coberto, na escola ao lado, separadas por uma rua, foi coberto o campo de jogos e ao lado de ambas existe um pavilhão municipal e outro de um clube desportivo e ainda, a cerca de 500 metros um outro do outro clube da cidade. Cinco pavilhões no raio de 300 metros. É o ideal ? (um pavilhão por escola, um pavilhão por clube mais um pavilhão municipal). Será. Mas não era possível e por isso muitas pequenas escolas vão fechar e alguns destes equipamentos vão se deteriorar.
Aconteceu o mesmo nas estradas (quantas estradas no interior se degradam à custa de auto-estradas com 6 vias tipo A17 ?).
Quantos centros de saúde fecham no interior à custa de investimentos nos centros hospitalares do litoral (e não falo de tecnologias médicas, mas muitas vezes de TV'S, sinaléctica, elevadores, quadros interactivos, etc) ?
Quantas linhas de comboio encerram à custa de Estações do Oriente e afins?

Devíamos ter crescido de forma gradual. Quisemos ser iguais "ao melhor que se faz na Europa". Em 25 anos fazer o que outros demoraram 50. O resultado está á vista.

Se eu podia viver sem a "ZON" Posso. Basta não ter dinheiro para pagar a conta.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Cadastro em Portugal (parte I)

O dia de ontem foi assim.





 Um excelente organização do Ordem dos Engenheiros da Região Centro, um bom painel (sobretudo o 3º), onde a vontade de fazer algo (o cadastro) esbarrou sempre (implicitamente) na falta de dinheiro.

A dificuldade de fazer algo perfeito em termos técnicos (estavamos na OE), que alguém tem de pagar, e isso em Portugal quer dizer estado e o estado somos nós os contribuintes. Contribuintes/cidadãos que estiveram, até um excelente intervenção do vereador Luis Grego da CM de Mira, afastados da discussão enquanto cidadãos e apenas chamados enquanto contribuintes.

Antes de mais uma pequena maldade. Estamos a discutir uma forma muito exacta de delimitação da propriedade privada num país onde concelhos com Faro e Loulé discutem os seus limites e numa cidade onde duas freguesias (Santa Clara e São Martinho) levaram o assunto até aos tribunais...

O primeiro painel (Propriedade + Valor) rapidamente se focou no valor e suas implicações fiscais e no negócio para terceiros. A Propriedade/proprietário foi de todo abandonada como centro da discussão sendo apenas um meio para atingir fins (colecta de impostos e mais valias de negócios).

No Painel II quer a CAP quer a AFN demonstraram já algumas das vantagens para o proprietário mas a discussão ficou mais marcada pelas posições dos representantes dos maiores beneficiários do cadastro -a EDP, a REN e a Industria Papeleira. Apontaram todas as dificuldades que todos conhecemos, as enormes vantagens (para eles) das mesmas serem resolvidas, mas nem uma palavra para o contributo que poderiam dar para essa resolução. Deixo apenas uma ideia: Se parte dos impostos pagos por estas empresas fossem para os concelhos onde é criada parte da riqueza (onde estão as barragens, os eucaliptais, as Linhas de AT) seria mais fácil a colaboração das autarquias na realização do cadastro. (cont)


Sobre "tolerância de Ponto" vs Feriado, vejamos este interessante acordão do STJ - http://dre.pt/pdf1sdip/1996/11/254A00/38933897.pdf (que versando sobre prazos judiciais praticamente faz a história da Tolerância de Ponto em Portugal).

"Tratando-se de tolerância de ponto, este constitui um benefício concedido aos funcionários públicos e equiparados que se traduz na dispensa da sua comparência ao serviço, que passa a não ser obrigatória.
Daí que possa suceder uma de duas situações:
Ou o funcionário comparece e executa o serviço normal;
Ou aproveita a referida dispensa, não comparece ao serviço e não sofre qualquer sanção"

O curioso é ver os dias/períodos que são/foram tolerância, i.e, em que o funcionário podia ou não comparecer ao trabalho. Para além do Carnaval/Entrudo tivemos as tardes de 5ª feira Santa e véspera de Natal (mais tarde o dia inteiro). Sendo o dia seguinte feriado, pretendia-se dar a possibilidade aos funcionários de se deslocarem até aos locais de reunião familiar. Já no Carnaval era o próprio dia, atendendo ao carácter "não familiar" dos festejos. Por esta razão, e em absurdo como a experiência veio a demonstrar, a tolerância seria utilizada por quem morasse longe do lugar de reunião familiar (Páscoa e Natal) e pelo contrário por quem vivesse perto de locais de tradição carnavalesca. Não sendo claramente este o modo como durante 80 anos foi vista e utilizada a tolerância, não consigo sequer perceber para a razão da sua manutenção. Ou o Carnaval é feriado ou não o mesmo se aplicando ao dia 24 de Dezembro o que neste caso acabaria com a questão de dar tolerância a 22 ou 23 se o Natal calhar a um Domingo ao 2ª feira, como aconteceu no ano passado.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Os países endividados devem perder soberania?

Uma pergunta mal feita. 
O países que se endividam põem em causa a sua soberania? 
Era uma questão mais correcta e devia ter sido feita exactamente quando os países optaram por se endividar. Não depois. 
Depois é (se não aceitarmos desde logo que as dívidas dos países não são para pagar) dar uma vista de olhos no código de insolvência. É a empresa ou o devedor individual que decide para onde vão os seus ganhos? Não fica inibido até de exercer diversas actividades se a sua insolvência for danosa.
Há uns anos ouvia dizer que dever 100 contos ao banco era uma chatice para nós, dever 10 000 era uma chatice para o banco. Os Governantes optaram com toda a força por esta ideia. Que se lixe o credor. Mas os credores somos nós (nas dívidas que vamos perdoando a Moçambique por exemplo) são os contribuintes alemães (na nossa e na Grega) e serão sempre todos aqueles que não se endividaram e que, com as suas poupanças, permitiram os empréstimos. O dinheiro não cai do céu.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Jusitça não, Injustiça!


Ministra admite que há uma justiça para ricos e uma para pobres

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/article1263383.ece


ERRADO senhora ministra. Se houvesse justiça, mesmo diferente em ambos casos, estávamos menos mal. O problema que Paula Teixeira da Cruz apresenta é que existe uma INJUSTIÇA para ricos, que mesmo culpados, adiam a decisão através de recursos até à sua prescrição. Existe uma INJUSTIÇA para os pobres, que mesmo inocentes não conseguem aceder a nenhum tipo de recursos.
No meio, felizmente, faz-se justiça condenando os culpados (ricos e pobres) e libertando os inocentes (ricos ou pobres). Normalmente em casos em casos em que a lei não é Kafkiana e o juiz/MP e advogados fica "agarrado" a normas simples e objectivas. São casos raros, mas existem.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Os acessórios são mais giros.

Ontem no Contracorrente José Gomes Ferreira começa a explicar questões estruturais muito importantes que estão no Memorando e e que foram agora vertidas no acordo de concertação social. "Custos de energia" "falta de concorrência", etc. e de que não se fala. "Sim mas agora temos que falar das dificuldades económicas do Presidente da República" diz Ana Lourenço...

Debates sobre questões de fundo não são nada "telegénicas".
http://videos.sapo.pt/vUtpOjz5Oz6QTzty0glQ

Cópia Pouco Privada

Coisas que a SPA deve saber sobre as minhas cópias privadas.

1-"Os novos suportes e equipamentos são hoje utilizados, maioritariamente e em larga escala, para armazenar e reproduzir obras e prestações protegidas." - 

MENTIRA. Os meus discos duros estão cheios de cópias de ficheiros de trabalho como fotografias, DWG e emails. De músicas (de que paguei o original, ou em CD´s ou no Itunes) também tenho cópias, no disco "Time Machine" que é a garantia de não perder nada que é MEU. Chama-se BACK-UP e é algo que infelizmente passei a fazer de modo intensivo quando fiquei sem grande parte dos dois primeiros anos das minhas fotografia digitais, e é aconselhado por qualquer fabricante de computadores ou técnico informático.

O ficheiro do Iphoto é 4x maior do que o do Itunes e não inclui muitas das fotos de trabalho mais antigas.

As pen's servem para passar ficheiros grandes (mais uma vez fotografias e desenhos) para colegas de trabalho ou amigos e SSD só os da máquina fotográfica.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Uma ponte do Eiffel

A Ponte Ferroviária de Várzeas no Luso, na Linha da Beira Alta, é obra do gabinete de Gustav Eiffel. Um pedaço de história esquecido num vale, logo ali, atrás da Vila Duparchy (engº responsável pela obra?)

A nossa Justiça (IV)

Justiça Portuguesa :"...o processo segue com a VAPRM que, recorde-se, já esteve marcada, mas o perito nomeado já tinha morrido há 20 anos.". Enquanto isso a colocação de novos peritos (já com exame final feito em Novembro passado) aguarda numa gaveta qualquer...

Coimbra B (II)

Com o adiamento sine die do TGV, quando é que Coimbra B vai ser remodelada?
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O Aparelho partidário.

Não consigo entender como é que numa eleição directa e universal, pelos militantes, aparecem secções a apoiar candidatos. Isto é uma escolha individual.

a nossa Justiça (III)

Criar direitos e depois não conseguir aplicar a lei que os protege é inconsequente por isso a Justiça continua a ser a questão fundamental para o desenvolvimento do país. É impossível ser mais produtivo com uma justiça de uma lentidão desesperante.

Concursos ?

Alguém que me explique que sou uma loura burra. O INAG precisa de um técnico com "Conhecimentos específicos na área de expropriações resultantes da aplicação da legislação em vigor (código de expropriações/cadastro/cartografia) e respectivoandamento processual. Conhecimentos sobre digitalização, georreferenciação e vectorização das plantas das parcelas expropriadas e carregamento em SIG,s." TEM que ser Engº Agronómico... que têm o seguinte plano curricularhttp://www.isa.utl.pt/home/node/1579

Psd em 2009

35 anos depois, onde está o PSD a que aderi? Os que me levaram para lá já não estão entre nós (o meu pai e Sá Carneiro). Os com quem trabalhei na JSD, acomodaram-se (Carlos Coelho, Pedro Pinto, Maló de Abreu, p.ex.) e deixaram ter o espírito reformistas que nos unia (a TER, lembram-se?). Os antigos lideres do PSD, de Balsemão a Marques Mendes, não se revêem no actual partido.  A actual líder, que só não apoiei mais porque as estruturas locais recusaram sempre a minha disponibilidade para o fazer, está só, apesar de ter sido a única a apontar os Verdadeiros problemas do país. Aguardo com grande expectativa as próximas eleições directas, ultima oportunidade para o PSD mostrar que quer ser uma solução e não parte do problema deste país.

Centralismo

11 de Dezembro de 2009
Porque raio vai a Rave/Refer proceder a um concurso para alargamento da Gare do Oriente e não lança o concurso da nova gare de Coimbra B. É que a razão será a mesma (receber o TGV), e as necessidades de uma (Coimbra B) bem maiores que as da outra (a Gare do Oriente). Centralismo no seu pior.

A nossa Justiça (II)

5 de Dezembro de 2009
Ida a Tribunal (ontem) num processo de despejo por falta de pagamento de rendas e abandono do locado (armazém fechado há 4 anos). Passados 4 anos da ultima renda paga finalmente a audiência (MP representando os réus ausentes). Razão da demora? Impossibilidade de notificar os réus. Decisão? "Notificar os réus para entregar o locado". Surrealismo legal.

A nossa Justiça (I)

5 de Dezembro de 2009
No Curso de peritos Avaliadores que teve lugar no CEJ, às notas finais do exame, foi acordado pelo juri, "somar" 1,6 valores. Aparentemente por lapsos na formação/exame. Na realidade para não chumbarem + de 1/3 dos candidatos, e não conseguirem preencher as vagas. O CEJ é o centro que forma os nossos juízes. A Justiça está como está.http://www.cej.mj.pt/cej/formacao-outros-prof/fich-pdf/acta.do.juri.do.curso.peritos.avaliadores.pdf

Cancro e amigos

4 de Dezembro de 2009
A pensar nos meus amigos. Naqueles que já não estão cá. Todos, todos repito, da minha geração faleceram devido a cancros. Eles devido ao tabaco, elas de Cancro de Mama. Por isso, e em memória deles e delas, vos peço, meus amigos - Não fumem, minhas amigas- façam rastreio.

Os Rostos do Poder

Eu lá estarei
Sábado, 12 de Dezembro de 2009 às 17:30

PPC e os outros.

2 de Novembro de 2009
No meio desta batalha interna no PSD fica-se com a sensação de quem não está com PPC está contra ele e defende interesses obscuros. A PPC falta-lhe experiência -nada como ler o seu CV no site "construirideias.pt", feito pelo próprio- e não sei quem vou apoiar, mas tenho a certeza que, com esta intransigência, continuaremos um partido de facções.
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