quarta-feira, 7 de março de 2012

Cadastro em Portugal (parte II)

O Governo (e estamos a falar de uma coligação PSD-CDS) não encontra soluções que não passem por aumentos de impostos ou expropriações violentas mais próprias de outras ideologias?

Que tal isentar de emolumentos e outras coimas a regularização cadastral (os tais prédios que nas bases de dados, não só do Estado, mas também da REN, EP e EDP, são de herdeiros de herdeiros dos herdeiros e situações semelhantes).

Que tal isentar de emolumentos e de IMI durante uns bons anos quem inscrever e registar o seu prédio acompanhado por um levantamento geo-referenciado acreditado? Porque não aceitar perder receitas imediatas a favor do desenvolvimento da economia agrícola que lhe dará frutos (impostos) mais tarde.

Porque não alocar parte do IRC dos principais beneficiários deste cadastro (os atrás citados mais a industria papeleira e corticeira) às Autarquias onde se situam os prédios que geram os lucros (barragens, eucaliptais, linhas de AT, etc) para que as mesmas sejam actores pró-activos desse cadastro?

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