quarta-feira, 11 de março de 2009

To Twitt or not to Twitt

Depois da desilusão que foi não ter ido ao aniversário do 2CV, porque o cá da casa se avariou, fiquei sem vontade de escrever mais.
E assim continuei durante todo este tempo, assistindo a eleições no PSD com a vitória da minha candidata (mas com pena, à data, que não fosse o José Pedro Aguiar Branco), ao aparecimento do caso Freeport, à crise, etc. etc. Tinha a minha opinião sobre os casos mas não estava virado para falar sobre os mesmos.
Depois deste período de "Infoexclusãosocial", e de modo que não me recordo, aderi ao Twitter. Creio que foi algures no mundo Apple, provavelmente olhando para um "cão com pulgas" e vendo Pedro Aniceto a twittar.
Primeiro comecei a seguir a torto e a direito, depois foi necessário estabelecer regras.
Ser minimamente criterioso em relação a quem se segue parece-me a principal.

Passado algum tempo (isto começou no final de Janeiro) comecei a organizar os meus "amigos": Mundo Apple, 2CV, Política, notícias, desporto, Coimbra, etc.
Deste modo acompanhei o caso do Hamburger da Alberta Marques Fernandes (um feito do mundo Apple), os Prós e Contras, os Oscares ou o Congresso do PS, aprendendo o que são RT DM ou hashtags com o @pauloquerido

Depois criei uma pequena rede de política - Sociais Democratas, socialistas e bloquistas.
Deste modo acompanhei o lançamento do nome de Marcelo Rebelo de Sousa ao Parlamento Europeu pelo Vasco Campilho
Por outro lado, ler de vez em quando o "Jeune Garde", permite-me ver como o absurdo pode ser defendido.

Actualmente já não abro o Igoogle com as notícias do dia. Acompanho as notícias conforme elas vão saindo no Público, Expresso, BNO, CNN, RTP, etc. E pouco depois vão aparecendo os comentários às mais importantes, muitas vezes com links para Blogs, além dos comentários directos de Henrique Monteiro ou José Manuel Fernandes.

Menos sério posso rir com o Humor do Markl, da Catarina Matos, do Penin, etc.

É só escolher o tema que alguém aparece a comentar. Depois é ir lendo.
Ou ver as fotografias do Va5co Casquilho.
Ou ler as diatribes do António Boronha sobre o futebol. Futebol que pela paixão que provoca leva os jornalistas, políticos, humoristas, enfim, todos, a opinar de modo faccioso.
E mais isto e mais aquilo.
Uma verdadeira Caixa de Pandora.


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